domingo, 2 de julho de 2017

PUERTO DE SOMIEDO (1.486)-PICO EL CORNÓN (2.188) (Parque Natural de Somiedo)



Por falta de espaço no servidor não é permitido colocar as fotos todas....se quiser tenho de pagar....será o último post por aqui
Nas previsões meteorológicas sabia-se que as temperaturas seriam elevadas. A vontade de montanha era muita, aliás este era um dos objectivos em agenda já de há muito e ou era neste fim de semana ou teria que continuar em agenda. 
  
Dormidas quatro horas iniciamos a viagem ás duas da manhã rumo ás Astúrias. A noite estava agradável, a viagem foi tranquila com a Margarida a dormir a maior parte da viagem acordando no nascer do Sol e continuando a "cochilar". 
Chegados a Puerto de Somiedo (08h15m) começamos a actividade ás nove horas já com vinte nove graus de temperatura e o Sol já mordia a pele. 
Caminhando por um trilho sinalizado havendo aqui e ali alturas em que requer mais atenção/orientação o que nos levou por vezes, correcção da rota mas nada de mais. O trilho faz-se bem mas sombras não há e pontos de água só vimos dois mas não confiáveis. 
O calor fazia-se notar já que caminhamos sempre com temperaturas entre 30/34º C. 
Decidimos paragem técnica para reabastecimento em Vega Almozrra (K 6), paragem feita por necessidade já que teve de ser debaixo de Sol/calor e muita humidade atmosférica. 
Na direcção de Torre Babia via há algumas horas nuvens de evolução em formação...sim que nesta coisa de montanha temos de estar com os sentidos sempre atentos... 
Agora o pior, pior não será o termo certo mas uma decisão que tive de tomar já em extermines...Alto del Barroso (K7) perguntei á Margarida como se sentia tendo dito que muito calor mas que me seguia...morri ao chegar à praia...muito pouco faltava para fazer cume...mas estava totalmente rebentado para fazer a subida final...estava ali e via o cume. 
Penso que não conseguia fazer cume mesmo que não tivesse abortado...vinte quatro horas sem dormir...a noite a conduzir...caminhada debaixo de Sol e calor...muita humidade... 
Regresso já com muitas paragens para descansar e quando já via o Puerto de Somiedo e no último Km penso que não andava...arrastava-me...completamente esgotado. 
Chegados ao carro arrumadas as mochilas, bastões e botas, lavada a cara ter metido a cabeça debaixo da água na fonte, fomos ás bejecas  no café do lugar... 
Em Setembro voltamos mas para fazer cume.... 
  
...vemo-nos ai por esses caminhos... 

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domingo, 30 de abril de 2017

22 04 2017
Pitões das Júnias
Ribeiro de Fornos - Calçada da Espinheira  - Brasalite – Pico da Carvalhosa - Roca Sendeia . . . +­­/- 15Kms   

   Abalamos tarde para Pitões das Júnias.
   Chegados e arrumada a vagoneta no início do nosso percurso, para lá dos chamados barracões, em Pitões, iniciamos a nossa caminhada, já o Sol ia alto, dez e trinta, por ai.
   Carregados os sacos nas costas, iniciamos o percurso por estrada de terra batida utilizada pelas gentes do local para os seus tractores. Estávamos muito bem…começava-mos a ficar longe da civilização e cada vez mais entregues a nós mesmos no meio da natureza com tudo que ela nos oferece. Entramos na Calçada da Espinheira, bela calçada…aqui começam os queixumes, da Margarida, já habituais sempre no inicio das caminhadas (falta de aquecimento digo eu) xiça, não pára a subida, só arranjas caminhadas a subir...
   No percurso anterior, Brandas de Sistelo, fomos recebidos por uma explosão de cor amarela, por aqui, em Pitões das Júnias, a Urze fez as honras, magnifica estava a montanha que até me pôs por várias vezes meio perdido mas não desorientado.
   O percurso muito bonito onde os nossos olhos se espreguiçavam nas belas paisagens na bela flora e já agora desta vez encontramos muita fauna como as habituais sardaniscas, corsos, um belo lagarto e desta vez muitas cobras...pobre Margarida tem pânico de cobras quando houve o nome quase começa a correr...mas o que estava longe de encontrar/ver, um lobo, lindo...lindo, não o fotografei por não ter o vidro adequado à distância a que se encontrava, nestas ocasiões ou se está preparado para ser agora ou no momento seguinte já era e a fotografia é isso mesmo, a captura do momento, a paralisação do tempo no instante. Mas a  melhor fotografia é o momento que fica na nossa memória.
   Quando iniciávamos o regresso, agora sempre a descer, por várias vezes parava para tentar localizar vozes que ouvia sendo que por uma vez avistamos pessoas na encosta oposta aquela que estávamos. Soubemos à noite que era o João Vieira com seus companheiros de jornada. É a terceira vez que andamos no mesmo sítio e não damos um abraço...fica para a próxima.
Bom, mas não ficamos por aqui, em casa colocamos algumas fotos como habitual no Face e qual não é o espanto Célitos da Montanha também por lá andaram, também na Taberna Celta...não acredito, todos tão perto e tão longe.

   Em Pitões para refrescar e limpar as gargantas do pólen, tanto, da Urze, fomos direitinhos à Taberna Celta para uma cervejinha, mas chegados  uma agradável surpresa…lá se encontrava o grupo Gaiteiros de Lobeira. Teria sido um dia cintilante se pudesse-mos  erguer o copo com os, amigos que por lá andaram mas desencontrados andamos.

Por aqui ficam algumas fotos da actividade para quem gostar de fotografia
...e vemo-nos ai por esses caminhos...

                             clicar na foto para ver tamanho grande


























































































Do lado Espanhol






















































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